Um rosto, mil faces
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تاريخ النشر: رمضان 01, 1428
A crônica do escritor é sobre o cineasta Ingmar Bergman (1918/2007), perito em explorar a subjetividade de seus personagens. Aprisonava no celuloide os rostos em sua terrivel nudez, assim como detalhes do nariz, boca e tudo que pudesse passar com realidade ao
assistente de seus filmes Usava um caminho para penetrar na alma de um ser humano: através do rosto. Daí ´O Rosto´(1958) foi um de seus filmes de grande expressão. Não gostava de desertos mas de rostos humanos, como certa vez disse ao colega norte-americano John Ford, outro grande cineasta. Seu caso era sondar fisionomias e não poeira. Outros filmes de Igmar foram: Rumo a Felicidade (l949) - O sétimo Selo (l956),O Silêncio (1963), Personna (l966) A hora do Lobo (l968) o Ovo da Serpente (l977) Saraband (2003), que foi seu ultimo trabalho. Portanto, como disse o autor, conhecer Ingmar Bergman é preciso... um rosto com mil faces.